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O que você precisa saber antes de montar uma Fintech?

Como principal destino dos investimentos de capital de risco da América Latina, com mais de 30% dos aportes no ecossistema de inovação do continente em 2021, as Fintechs, só no Brasil atraíram 3,8 bilhões de dólares.


Focadas em inovação e como resultado da crise econômica mundial de 2008, as Fintechs (empresas que fornecem serviços financeiros através do uso da tecnologia), surgiram em 2013 no país e, hoje, já são mais de 1200, segundo dados do Distrito Dataminer.

Na contramão da recessão econômica advinda da Covid-19, as Fintechs têm apresentado um crescimento vertiginoso nos últimos anos. O processo de open banking que está ocorrendo no país, a adesão da população ao Pix e os custos baixos para abertura, tem impulsionado o mercado, acirrando ainda mais a competição.

Conteúdo para Social 1Mas o que é preciso para abrir uma Fintech?

O primeiro passo é entender o mercado, os concorrentes e as oportunidades. Cerque-se de especialistas, contrate uma assessoria especializada e foque na tecnologia como um alicerce do seu negócio. Identifique um nicho, comece de maneira simples e pense em uma solução que melhore a experiência do seu público-alvo. 

Com uma ideia definida, é hora de traçar um plano de negócios, analisar os custos envolvidos, regulamentações do setor, possíveis investidores e parceiros.

Por fim, criar protótipos, testar com grupos focais e avaliar possíveis melhorias antes do lançamento oficial.

A ideia é inovadora e, acima de tudo, lucrativa, mas como fazer para colocá-la em prática? 

As duas soluções mais utilizadas pelo mercado que podem auxiliar na criação de uma Fintech são o BAAS e o SAAS

O BAAS (Banking as a Service), é uma tecnologia que permite que qualquer empresa, independente do ramo de atuação, possa ofertar produtos e serviços financeiros.

No SAAS, a empresa adquire uma licença para utilizar o software de um fornecedor, disponibilizado na nuvem, para desenvolver as próprias soluções de conta digital, Pix, cartão de débito e conta de cashback, por exemplo. É recomendada para empresas que já contam com uma estrutura mais robusta e que estão investindo com mais força na oferta de produtos e serviços financeiros

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