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Mercado de adquirência: como extrair o melhor resultado para o seu negócio

Com espírito de startup e mais de 30 anos de história, oferecemos ao mercado plataformas completas e flexíveis para o mercado financeiro e de pagamentos, gestão de riscos e o setor varejista.


Os cartões de crédito chegaram ao Brasil no fim da década de 1960, mas foi durante os anos 2000 que esse meio de pagamento se popularizou de verdade no país. Essa mudança no comportamento dos consumidores exigiu também alterações na legislação e deixou o mercado de adquirência muito mais aquecido.

As adquirentes, também chamadas de credenciadoras, são empresas que fazem a intermediação entre pontos de venda, instituições financeiras e bandeiras. Nas lojas físicas, são responsáveis pelas maquininhas de cartão. Já na internet, atuam com gateways de pagamento, que intermediam os pagamentos feitos por e-commerce. 

Nos últimos anos, o país assistiu a um crescimento acentuado de negócios do tipo, seja pela maior procura dos consumidores pelos cartões ou também por conta do aumento no volume de pagamentos online, principalmente durante a pandemia. 

Por conta disso, apresentamos aqui um panorama sobre o mercado nos últimos anos e também sinalizamos algumas tendências para o futuro. Acompanhe e fique por dentro!

Como funciona o mercado de adquirência?

As maquininhas de cartão utilizadas em estabelecimentos comerciais são a representação mais comum do mercado de adquirência. 

Os aparelhos recebem os dados do cartão e o sistema da adquirente os envia para a bandeira. Esta, por sua vez, aciona a instituição financeira emissora, que verifica se há limite ou saldo. Assim, a informação volta para a bandeira e, em seguida, para a adquirente, que mostra se a compra foi aprovada ou não. Cada etapa tem suas próprias taxas e, consequentemente, gera um aumento no custo final da transação. As compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos aumentaram apenas 3% no primeiro semestre de 2020, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Enquanto isso, o e-commerce cresceu 18,4%, no mesmo período.

Na internet, o funcionamento é o mesmo. Mas nesse caso, os gateways de pagamento é que fazem essa intermediação. 

Como está o mercado de adquirência hoje?

O mercado de adquirência passou por muitas transformações nos últimos anos. A primeira delas foi uma mudança no comportamento do mercado e dos consumidores. Passou-se a preferir o uso de cartão de crédito e débito nas compras, em detrimento do dinheiro ou até de outros meios de pagamento, como cheque e boleto. A agilidade, segurança e praticidade dos cartões conquistou os brasileiros. 

Antes disso, o mercado de adquirência era bastante concentrado. Duas empresas, a Redecard e Visanet (hoje chamadas Rede e Cielo, respectivamente), tinham exclusividade para operar as principais bandeiras do país (Mastercard e Visa). Foi apenas em 2010 que o Banco Central determinou o fim desse duopólio.

Com esse movimento, mais de cem empresas, entre adquirentes e gateways, surgiram no país. Rede e Cielo ainda possuem uma boa fatia do mercado, mas hoje dividem clientes com a Stone, PagSeguro e Getnet. Juntas, essas empresas dominam mais de 80% do setor. Mesmo assim, também existem novos negócios surgindo a todo momento. 

Isso porque a popularização da internet e do e-commerce levou a uma digitalização do dinheiro, com cada vez mais pagamentos feitos de maneira online. E tudo isso abriu novas oportunidades de negócio e fez com que o Banco Central adotasse medidas para aumentar a competitividade no mercado brasileiro e estimular os pagamentos eletrônicos. 
Além disso, a chegada do Pix vem para movimentar a estrutura do mercado de adquirência, pois desintermedia as transações. Então como será que as empresas vão se adaptar a esse novo modelo de pagamento? Quais são as principais tendências?

A pandemia e a chegada do Pix exigiram respostas rápidas do mercado de adquirência. As compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos aumentaram apenas 3% no primeiro semestre de 2020, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Enquanto isso, o e-commerce cresceu 18,4%, em comparação com o mesmo período do ano passado. 

Como resposta à pandemia, a Cielo apostou na sua tecnologia de pagamento por link, disponível no aplicativo Cielo Pay desde o fim de 2019. De acordo com a empresa, a demanda por esse serviço aumentou 200% em apenas uma semana de quarentena. Além disso, a empresa fez uma parceria com o Facebook para operar o WhatsApp Pay, funcionalidade de pagamentos direto pelo app que está aguardando aprovação do Banco Central para poder começar a rodar.

Ao mesmo tempo, outras adquirentes estão buscando formas de continuar intermediando transações mesmo com o Pix, que por se tratar de um pagamento instantâneo e digital reduz a necessidade das maquininhas. 

Uma delas é a Stone, que comprou a Linx, uma empresa de automação de vendas, por mais de R$ 6 bilhões em 2020. Com esse movimento, a empresa poderá, por exemplo, oferecer o software de PDV gratuitamente em troca da possibilidade de colocar sua maquininha nos estabelecimentos e assim aumentar sua lucratividade com a intermediação.

Em paralelo, muitas empresas também estão apostando na criação das suas próprias instituições de pagamento. A ideia é fortalecer a cadeia de valor, mantendo o dinheiro no seu ecossistema, sem depender de bancos. Um exemplo são as redes de varejo, como Magalu e Americanas, que já estão apostando em serviços de pagamento próprios. 

Como aproveitar as oportunidades no mercado?

Essas mudanças no mercado de adquirência não alteram apenas a dinâmica das grandes empresas de pagamento. Como você viu, um dos novos alvos desse mercado está no PDV. Por isso, as empresas que atuam na área podem sair na frente e criar suas próprias fintechs para ganhar com a oferta de produtos e serviços financeiros.

Mas não se preocupe, seu empreendimento não vai precisar abrir uma subsidiária no mercado financeiro para isso, nem desviar do seu negócio principal. 

Com o parceiro certo, os softwares de automação comercial podem oferecer também os serviços de uma fintech, com contas digitais, pagamentos por Pix e até empréstimos. Tudo isso por meio de uma solução White Label, que mantém a identidade da sua marca e molda o modelo de negócios de acordo com a necessidade da sua empresa. 

Entre em contato com a gente e saiba como a Matera pode auxiliar nesse processo! 
 

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